Parte da imprensa publicou que Garibaldi Alves estaria distanciado do primo Henrique Alves e o motivo seria atitudes de Henrique em prejudicar a candidatura do deputado Walter Alves. É a velha estratégica de afastamento proposital, eivada do puro oportunismo político que fez o RN acreditar que haveria rachaduras na políticas das famílias que dominam o cenário político no Estado.
Garibaldi teria dito à imprensa: “Tenho motivos muito fortes para não ter mais relação política com Henrique, a campanha de 2018 foi decisiva para isso, inclusive ele pedindo voto contra Walter no pleito em pro de Benes Leocádio. Infelizmente não queria acreditar, mas o próprio Henrique confirmou publicamente”, afirmou.
Mas apenas considere o momento. O RN, sem líderes com aceitação popular, imprime às lideranças do passado o ostracismo. E para sair dessa condição amorfa, tudo serve, inclusive a velha estratégia de rompimentos e distanciamentos. Acreditar que primos, que se beneficiaram ao longo da vida com mandatos, que fizeram politiza nos palanques sob o auspício de Aluízio Alves, estariam agora tomados de frustração um com o outro é não perceber que muitas vezes os Alves, Maias e tantos outros, apenas encenam no teatro da política para que todos continuem se beneficiando no palco da vida.





































