Era uma vez um ministro achou um oponente a altura. Pisou onde não devia ter pisado. Se haverá heróis certamente é porque em nome de boa parte da população Mendonça reagiu a coação e ao abuso de autoridade do digníssimo colega de toga.
Vale considerar o que é isso: O abuso de autoridade ocorre quando um agente público usa o poder do cargo de forma ilegal ou extrapola seus limites para prejudicar alguém, beneficiar a si mesmo ou por mero capricho. Mas quem dera fosse mero capricho, as atitudes de Morais são acintosas, azeitadas no ódio e na perseguição aos oponentes.
Até abertura dos diálogos comprometedores Morais reinava na Corte Suprema. Era um He-man, que tinha e detinha a força para num mesmo lance: driblar investigações, chutar adversários e cabecear sentenciar. Dava medo.
Agora o ex semideus acorda mais quieto. Sabe que não pode mais exagerar. Seu nome está nas páginas de indignação e nos blogs. É alvo de comentário nos bares e nas alcovas dos palácios. Se titubear é afastado e isso significa, de pronto, uma punição moral severa.
Já o presidente da Corte, Edson Fachin demora demais. Já poderia ter colocado o caso MASTER E SUPERMINISTRO para o plenário. Única explicação para isso é essa teia de conexões que começa a ser revelada e que pode atingir e desmoralizar as instituições. Quem viverá a esse deslizamento de terra e detritos? É a massa falida, o escarcéu. O fim da confiança na justiça institucional brasileira. Valei-me pai eterno.
Em meio a campanha e eleições, entre ideólogos de esquerda e de direita, o povo brasileiro já sofrido por tanta corrupção clama por JUSTICA, porque resta, no recôndito da alma do cidadão esse sentimento de orfandade. Ja estamos cansados de tanta ineficiência do judiciário, extravio de processos, venda de sentenças, abuso de poder e a impunibilidade de inescrupulosos juízes, tudo isso gerou forças negativas em intensidades suficientes para desequilibrar a harmonia entre os três poderes, haja vista a constante interferência dele nos demais poderes. Parece não haver dúvidas que estamos entrando em uma nova forma de ditadura – a ditadura do judiciário.















































