Nestes tempos de ridicularização da fé, nunca os pentecostais e carismáticos foram tão criticados e vítimas de preconceitos. Em artigo como este não temos condição claro, de exaurir o assunto, mas diante de comportamentos jocosos, da cultura que viraliza vídeos que ataca a fé pentecostal, é oportuno promover a defesa da fé, principalmente em um tempo de materialismo e a cultura mundana diante daqueles que desconhecem o momento pentecostal e seu impacto no mundo.
Os tempos, as comunicação de massa, a notícia que se espalha rápida leva ao consumo do que é momentâneo, a Internet favorece o surgimento de atores e celebridades fugazes. Nada difere do que predisse Andy Warhol “que com a TV , todos seríamos famosos pelo menos em 15 minutos”, daí os influencers, e os que aparecem para querer confundir a fé cristã, nessa “cultura líquida” (Balman) onde os fundamentos e conceitos do cristianismo passam a ser solapados pela ignorância de muitos.
Por conseguinte uma das expressões do Pentecostalismo é o “Falar em língua” no entanto essa evidencia do Batismo no Espírito Santos está sendo objeto de ridicularização. Se desrespeita o carisma, os dons que foram preditos na Palavra de Deus. Entra em cena o pregador mirim que usa termos tacanhos do inglês com frases que são agora tomadas como sinais de que centenas e milhares de cristãos, entre católicos e evangélicos, estariam inventando uma linguagem ou sons que seriam produto da mente e não algo fenomenal. Os que criticam os carismáticos e pentecostais, pegam vídeos, distorcem, viraliza um trecho de uma pregação, e usam de má fé. Esses acham que todos os que falam em línguas rodopiam, caiem no chão, cirandam, agem como crianças e bailam no templo ou nas igrejas. Não. Os que falam em línguas sabem que recebem (receberam) o dom, uma dádiva e que podem se comunicar com Deus de maneira contrita. Quem não sabe a direrença é porque nunca estudou, nunca leu nada sobre os movimentos avivalistas da história da igreja. cristã São pessoas da cultura fast food, do tik tok e nunca se aprofundam em textos bíblicos.
O Batismo com Espírito Santo é bíblico. É apostólico. É atual. Não cessaram as línguas que os primeiros crentes falaram em Atos 2. Se houve o entendimento, na ocasião, do Advento do pentecostes pela multidão de peregrinos, em Jerusalém, isto aconteceu porque assim foi da vontade de Deus, no momento histórico de avanço da fé cristã. Mesmo com as mudanças nos tempos, nada embota o texto clássico de São Paulo: Ainda eu que falasse as línguas dos anjos e dos homens”, I Coríntios 13.1 ou “não proíbas o falar em línguas” “Porque o que fala em línguas edifica a si mesmo”. “Porque o que fala em língua não fala aos homens, senão a Deus, porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios” Isto tornou, entre outras coisas, gerações de crentes em gente mais piedosa, fervorosa e atuante. Do momento Wesleiano, aos pentencostais da Rua Azuza, das missões americanas no Brasil, aos católicos carismáticos, milhões falam em línguas, profetizam, creem em milagres e tem uma relação pessoal com Deus. Contrapor isso é ser preconceituoso, é criar estigma, é confundir a história do momento pentecostal, é nunca aceitar que existe uma interpretação bíblica positiva sobre a atualidade dos dons e jamais a alienação como hoje os críticos e céticos querem atribuir a pessoas se relacionam com Deus de uma maneira diferente dos demais.
Na prática cristã é possível que pessoas que passaram pela experiência do carisma tenha mais condições de praticar a fé. Isto não as torna mais santas que ninguém. Apenas os dons, que são distribuídos pelo Espírito Santo, servem para edificação da igreja. Já vi idosos falando em línguas, jovens tocados pela presença de Deus e crianças cheias do poder pentecostal. Se você não acredita nisso, respeitamos sim. Os evangélicos e católicos respeitam o falar em línguas. Não aceitamos é essa ridicularização que muitos querem fazer da fé e de uma maneira de cultuar e servir a Deus que usamos. Se o respeito a religião é também o respeito aos fundamentos da fé,que os incautos e céticos deixe-nos me paz. Os pentecostais autênticos sabem que não usamos expressões de tolas “THE KING, THE POWER, DISMAY”, mas sim do poder outorgado pelo Espírito Santo, um revestimento sobrenatural que nos leva a falar em outras línguas e quem quiser saber mais sobre isto que se assista menos TIK TOK e leia mais a Bíblia.





































