Nas fotos oficiais até parece à bancada federal do RN certa organização. Mas na prática os parlamentares ainda não desgrudaram do glamour da vitória das urnas e poucos se dão ao trabalho de reivindicar maior atenção ao RN diante dos recursos federais. Considere-se, por exemplo, as últimas atuações dos parlamentares, tudo indica que o RN passará mais quatro anos alijado dos recursos federais e deverá se contentar com minguados recursos disponíveis.
Integrantes da bancada retificaram a contingência de recursos, principalmente para a área do turismo. Em nota: “retificou a ata da deliberação da última quarta-feira (3) para aumentar de R$ 1 milhão para R$ 8,5 milhões o valor destinado a investimentos turísticos na Praia da Redinha, em Natal. Também, houve o “mea culpa” em relação aos investimentos em segurança e a barragem de Oiticica. Os parlamentares deliberam que “a decisão da bancada, portanto, não é sobre o que é mais importante, e sim sobre o que é mais urgente”. Afirmou-se em nota.
A questão é que a definição do que é urgente passa por ouvir os pedidos da população. E essa tem sido a maior dificuldade entre os parlamentares. Com alguns estreantes, a falta de experiência e percepção das demandas do estado fica a sensação de que os deputados federais atuam em causa própria, desconhecendo as articulações do poder em Brasília. Na quarta-feira, a crítica a atuação da bancada federal foi a tônica da entrevista do ex-senador José Agripino a uma rádio local “É preciso que os deputados do RN conversem entre si, defendam recursos para o RN e saiam de certa timidez”. Apontou.
VEJA NA ÍNTEGRA A NOTA À POPULAÇÃO



































