Em tempos de tantas versões não é de admirar que cada um queira inclinar-se para o termo da moda, como fosse possível tantas disparidades de pontos de vistas que o mínimo razoável ou consenso mais configuram utopia.
A realidade não é uma versão. Ela é composta de fatos possíveis e comprovados até mesmo para o senso comum. A realidade pode ser factual, porque é preciso definir bases sólidas para que o pensamento seja estabelecido na lógica dos conceitos e sem a esgrima das controvérsias infindáveis.
O lugar -comum do termo “narrativa” saiu dos circuitos esquerdistas para as conversas entre amigos, circunda o noticiário, popularizou-se como meme das plataformas digitais e se instalou de vez no imaginário coletivo. Todavia, o factual não degenera para a interpretação exclusivista porque é possível além da semântica compreender que a realidade factual é a que possui existência verdadeira; em que há verdade comprovada; verdadeiro e real.
.A “narrativa” generalizou-se porque é mais fácil para cada um ser relativista. Cada um com sua verdade. E essa “verdade” tênue que enfraquece a argumentação do que poderíamos chamar do mínimo plausível. É assim que os evolucionistas agem quando resistem que é perfeitamente aceitável a historicidade bíblica, com seus registros, suas datas, personagens, reinos, geografia dos tempos da formação do mundo. Dizer que é apenas mais uma narrativa é desmerecer a realidade da contação, da tradição oral até o surgimento da escrita, que aponta o início de densas trevas para o FIAT-LUX, (Gênesis 1.3); o ponto de partida, onde uma ordem foi estabelecida por Deus. Desprezar o que a Bíblia diz é desmerecer que o homem é imagem e semelhança do Criador (Gênesis 1.27) e não que este evoluiu de um organismo primitivo. Mas, na modernidade, os inventores da falsa ciência, tomados de sua completa necedade, escritores como o quase moderno Huval Hariri, chegam a afirmar “ É irônico que muitos acreditem na bíblia, livro repleto de tantas ficções, tantos mitos e tantos erros”, para esses tais a própria Bíblia os distingue de maneira factual. “Diz o néscio em seu coração”, não há Deus”. Para os tais, não há a verdade, não há o caminho.
A Bíblia, independentemente da versão que o leitor utilize, sua historicidade é tangível. Fala do povo Hebreu, inegável que os moradores dos Kibutz, não reconheçam a saga dos Hebreus, de Abraão à Moises, de Moises a Davi e por aí vai. Também ela é irrefutável na afirmação do profeta Isaias (40.22) de que “Ele está assentado sobre o globo da Terra” informação milenar sobre a esfericidade da terra. Mas é algo que os terra-planistas não aceitam pelo ceticismo louco e desenfreado. Ela é inerrante (Marcos 13.31) e inspirada (2 Timóteo 3.16).
A narrativa de alguns quer revisionismo, porque os fatos históricos aderem, segundo eles, a visão dos vencedores. Em contraponto a essa pseudo-narrativa, os fatos históricos demonstram que 6 milhões de judeus foram mortos sob o nazismo, e que os cristãos são até hoje perseguidos como ocorre nos países muçulmanos e na China comunista. Mas nada invalida a mensagem factual de transformação de vida, de responsabilidade diante do Criador, mensagem que infunde esperança no caos, confiança na desolação, contentamento na provação que a mensagem de Boas Novas, que Jesus transmitiu ao mundo, quando Ele mesmo diz “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”. (João 14.6).





































