Tudo bem que a maioria dos governantes que obtive a reeleição tem pela frente mais quatro anos para mostrar ao povo que é possível refazer pautas e buscar a eficiência na gestão. No RN as urnas deram mais uma chance a governadora Fátima, que no primeiro turno já deixou os adversários para trás numa vitória inconteste. Mas agora, no segundo mandato, não há mais justificativas para que o RN continue com um dos piores índices na educação fundamental. O Estado em 2021, apresentou a pior nota do País no Ensino Médio Público da rede estadual, segundo dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). O RN obteve apenas 2,8 como média. O desempenho terminou abaixo das médias brasileira e do Nordeste para o mesmo recorte, que ficaram em 3,9 e 3,8, respectivamente.
A Governada não conclama a sociedade para uma ampla discussão, não nomeia gente competente para assumir a pasta e segue menosprezando os dados sobre a educação. Na pandemia, pouco fez para atenuar o déficit de aprendizagem dos estudantes e até agora nada diz sobre como conciliar avanço da tecnologia 5G com o fraco acesso a internet na Rede Pública.
A governo de Fátima é um governo de muito marketing mais pouco resultado social. Tem uma gestão voltada para si mesma, para o aparelhamento do Estado pelas facções do PT e não apresenta um projeto para a sociedade. É um governo que louva a si mesmo, mas na hora de discutir mais recursos para a Educação permite que outras áreas sejam comtempladas. E isso vem contribuindo para escolas sucateadas, com professores que não recebem o piso nacional e que estão diante de uma demanda extenuante para tentar ajudar a geração de estudante que apresenta números em proficiência aquém da média nacional. E uma governadora que esqueceu a sala de aula e ignora que o chão da sala não é lugar para fazer política, mas sim de perfazer uma estratégia de inclusão social e oportunidade para o futuro de toda a geração de estudante potiguares.





































