É praticamente impossível querer soterrar o passado quando as forcas ideológicas entram em cena neste país polarizado de norte a sul.
É no Norte, este estado de tradição oligarca, que sempre os extremos ora se repelem, ora se juntam com cores da luta travada nos pleitos memoráveis, da época de liberais e consevadores, ao verde aluisista,contra o azul de José agripno, da Arena x Oposição nos idos que ainda permanecem na memória de uns poucos.
Maa nesse que em 2022, surge a candidatura híbrida e opaca do desafiante do Solidariedade, trazendo o nome do ex filiado do PC do B como opositor ao governo de Fátima Bezerra. Solução forjada após uma conversa de amigos que envolveu Kelpes Lima, Breno Queiroga e Rogerio Marinho, tipo acordo de bar na tentativa de projetar no imaginario coletivo a solução para o impasse agravado pela desistência de Ezequiel Ferreira.
Pois bem. O que seria palatável, uma candidatura com perfil conservador, de bases bolsonaristas, agora se forma um nome que traz consigo a pecha de salarios atrasados – quem lembra dos anos turvos da dupla Robinson e Fábio? E ainda, a apatia e comodismo de um filho da oligarquia la perto do Rio Mipibu.
Fabio Dantas nada acrescenta. É um nome burocrático, um politico de bases limitadas e que talves ainda não conheça nem o Seridó, nem a regiao do Alto Oeste. Até outro dia, era comunista confesso, mas agora diz que se converteu à Direta. Se conseguir combater o petismo será um feito inédito. Se naufragar terá o nome lembrandado como aquele que ao menos ousou desafiar as forças políticas esquerdistas que há quatro anos dominam o RN.



































